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Foto: Reprodução/Freepik
Foto: Reprodução/Freepik

Um acordo para intensificar o enfrentamento ao comércio ilegal de dispositivos eletrônicos para fumar (DEF), popularmente conhecidos como cigarros eletrônicos ou vapes foi assinado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério Público Federal (MPF).


De acordo com a Anvisa, o objetivo da parceria, com validade inicial de cinco anos, é garantir o cumprimento de uma resolução que proíbe a fabricação, importação, comercialização, distribuição, armazenamento, transporte e a propaganda de cigarros eletrônicos em território nacional. 


Entre as medidas previstas no acordo — assinado pelo diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle, e pela secretária-geral do MPF, Eliana Torelly — estão o compartilhamento sistemático de informações técnicas e dados sobre fiscalizações realizadas em ambientes físicos e virtuais, assim como a promoção de ações coordenadas.


Toxicidade dos eletrônicos ilegais


Um estudo realizado por pesquisadores da PUC-Rio em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande (Furg) concluiu que os líquidos de cigarros eletrônicos disponíveis no mercado ilegal brasileiro apresentam toxicidade mesmo antes de serem aquecidos, etapa necessária para a formação do aerossol inalado pelos usuários.


A pesquisa revela que, embora os líquidos de vapes sejam compostos principalmente por glicerina vegetal e propilenoglicol, a presença de aditivos — como aromatizantes, nicotina e agentes de resfriamento — intensifica os efeitos tóxicos.


A exposição levou à redução da viabilidade celular e da atividade mitocondrial, independentemente da origem do produto ou do país onde a venda é permitida.


OMS adverte


Em outubro do ano passado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para o aumento do uso dos dispositivos entre adolescentes, estimando que pelo menos 15 milhões de jovens entre 13 e 15 anos fumem em todo o mundo. Fonte: Metrópoles


 
 
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O projeto de lei protocolado nesta quinta-feira (5), na Câmara dos Deputados, pelo deputado federal Renan Ferreirinha, que propõe restringir o acesso de jovens de até 16 anos às redes sociais, reacende um debate cada vez mais presente nas famílias brasileiras: até que ponto crianças e adolescentes estão preparados para circular livremente em ambientes digitais criados para adultos.


O tema dialoga diretamente com o livro Aconteceu com Minha Filha, do autor Paulo Zsa Zsa, que relata a experiência vivida com a própria filha e os impactos profundos do uso excessivo e desprotegido das redes sociais na adolescência.


A obra parte de uma vivência pessoal para discutir saúde mental, responsabilidade das plataformas e o papel das famílias e do poder público na proteção de jovens no ambiente digital.


Para o autor, iniciativas legislativas como a proposta de Ferreirinha colocam luz sobre um problema que, por muito tempo, ficou restrito ao âmbito doméstico.


“Esse projeto de lei toca num ponto central: crianças e adolescentes estão sendo expostos muito cedo a ambientes digitais que não foram pensados para eles. O que relato em Aconteceu com Minha Filha é o que acontece quando o mundo virtual ultrapassa qualquer limite de proteção.”


Paulo Zsa Zsa destaca que o debate não deve ser tratado como censura, mas como uma medida de cuidado diante de um cenário em que algoritmos, hiperexposição e validação constante afetam diretamente o desenvolvimento emocional dos jovens.


“Não se trata de demonizar a tecnologia, mas de reconhecer que adolescentes ainda estão em formação. O acesso irrestrito às redes pode trazer consequências sérias, muitas vezes silenciosas, para a saúde mental. Legislar sobre isso é assumir uma responsabilidade coletiva. Se já existisse uma lei, minha filha não teria passado pelo que passou”.


 
 
Foto: Divulgação PCBA
Foto: Divulgação PCBA

Uma mulher de 43 anos foi presa, na quarta-feira (4), suspeita do crime de estupro de vulnerável, em Feira de Santana, segunda maior cidade da Bahia. Segundo a Polícia Civil, ela trabalhava como babá da criança e cometeu os abusos enquanto estava responsável pelos cuidados da vítima.


As investigações tiveram início após imagens de câmeras de segurança registrarem a suspeita cometendo agressões contra a criança, de 3 anos. As gravações, feitas por uma babá eletrônica, foram anexadas ao inquérito policial e embasaram o pedido de prisão.


De acordo com a polícia, além do mandado de prisão, também foi cumprido um mandado de busca e apreensão na residência da mulher.


Após a prisão, a suspeita foi encaminhada ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) para a realização de exames periciais e, em seguida, conduzida ao Complexo de Delegacias do Sobradinho, onde permanece à disposição da Justiça.


A vítima será acompanhada pelo serviço psicossocial da cidade, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).


A ação foi realizada pela Polícia Civil da Bahia, por meio da Delegacia para o Adolescente Infrator (DAI), com apoio do Núcleo de Investigação da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) de Feira de Santana. *Com informações do g1


 
 
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