- Vandinho
- há 3 horas

A seleção brasileira inicia nesta terça-feira (2) a reta final de preparação para a Copa do Mundo de 2026. Após a goleada por 6 a 2 sobre o Panamá, no último domingo (31), a delegação desembarcou nos Estados Unidos, onde fará os últimos ajustes antes da estreia no torneio.
A equipe comandada por Carlo Ancelotti ficará concentrada em Basking Ridge, no estado de Nova Jersey. A chegada ao hotel estava prevista para a manhã desta terça-feira, e o primeiro treinamento em solo americano acontece ainda hoje no centro de treinamento da New York Red Bulls.
O próximo compromisso da seleção será no sábado (6), quando enfrenta o Seleção do Egito em amistoso preparatório no Huntington Bank Field, em Cleveland. Será o último teste antes da estreia no Mundial.
A expectativa da comissão técnica é repetir parte dos experimentos realizados diante do Panamá. Na ocasião, Ancelotti iniciou a partida com uma formação próxima daquela considerada ideal para a Copa e aproveitou o segundo tempo para observar jogadores reservas, que deixaram boa impressão.
Três reforços chegam ao grupo
A preparação nos Estados Unidos contará com a chegada de três jogadores que disputaram a final da Liga dos Campeões da Europa no último fim de semana: Gabriel Martinelli, Gabriel Magalhães e Marquinhos.
Capitão do Paris Saint-Germain, Marquinhos chega valorizado após conquistar mais um título europeu e já recebeu de Ancelotti a confirmação de que será o capitão da seleção durante a Copa do Mundo.
Neymar segue em recuperação
Enquanto o grupo intensifica os treinamentos, Neymar continua o tratamento de uma lesão grau 2 na panturrilha direita.
O atacante acompanhou do banco de reservas a vitória sobre o Panamá e também não deve atuar contra o Egito. A comissão técnica adota cautela na recuperação do camisa 10, que segue sendo monitorado diariamente.
Apesar de integrar a lista definitiva enviada à FIFA, Neymar ainda poderá ser substituído caso não reúna condições físicas para disputar o torneio. O regulamento permite alterações por motivo de lesão ou doença grave até 24 horas antes da estreia da equipe.
Agenda do Brasil na Copa do Mundo
A seleção estreia no Mundial no dia 13 de junho diante do Seleção de Marrocos, pelo Grupo C.
Confira os jogos da primeira fase:
Brasil x Marrocos — 13 de junho, às 19h (de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
Brasil x Haiti — 19 de junho, às 21h30 (de Brasília), no Lincoln Financial Field, na Filadélfia.
Brasil x Escócia — 24 de junho, às 19h (de Brasília), no Hard Rock Stadium, em Miami.
Noticias ao Minuto

- Vandinho
- há 3 horas

A relação comercial entre Brasil e Estados Unidos entrou em uma nova fase de tensão após o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) concluir uma investigação que aponta supostas práticas brasileiras consideradas prejudiciais aos interesses americanos.
Como resultado, o órgão propôs a aplicação de uma tarifa de 25% sobre produtos importados do Brasil e abriu uma consulta pública antes de uma decisão final.
A investigação foi iniciada em julho de 2025 por determinação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, instrumento utilizado pelo governo americano para contestar práticas comerciais de outros países consideradas injustas.
Segundo o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, apesar das negociações realizadas ao longo do último ano entre Washington e Brasília, ainda persistem divergências importantes.
A proposta prevê uma tarifa adicional de 25% sobre mercadorias brasileiras exportadas para os Estados Unidos, embora dezenas de produtos possam ficar de fora da medida. Entre os itens que aparecem na lista de possíveis isenções estão determinadas carnes, frutas, café, chá, cereais, fertilizantes, produtos farmacêuticos, minerais, terras raras e aeronaves produzidas no Brasil.
No relatório final, o governo americano aponta seis áreas de preocupação. Uma delas envolve o ambiente digital. Os Estados Unidos acusam autoridades brasileiras de emitirem decisões judiciais que determinaram a remoção de conteúdos políticos e o bloqueio de perfis em plataformas americanas, além de impor multas e outras restrições às empresas do setor.
O documento também questiona acordos tarifários mantidos pelo Brasil com países como México e Índia, alegando que esses tratados concedem vantagens comerciais consideradas desleais para exportadores americanos.
Outro ponto citado é o combate ao desmatamento ilegal, que, segundo a avaliação do USTR, não teria sido implementado de forma suficientemente eficaz pelas autoridades brasileiras.
Os Estados Unidos ainda criticam a política brasileira para o etanol, alegando falta de reciprocidade no acesso ao mercado, além de apontarem falhas na proteção à propriedade intelectual, demora na análise de patentes e deficiências no combate à pirataria e à falsificação de produtos.
A questão da corrupção também aparece entre os argumentos apresentados pelo governo americano. O relatório menciona decisões relacionadas à Operação Lava Jato, a renegociação de acordos de leniência e indicadores internacionais sobre percepção da corrupção no país.
A conclusão da investigação ocorre enquanto representantes dos dois países ainda participam de um grupo de trabalho criado para tentar evitar novas barreiras comerciais. As negociações, porém, não registraram avanços suficientes para encerrar o impasse.
Antes de qualquer medida entrar em vigor, o governo americano realizará audiências e receberá manifestações do setor privado. O prazo para envio de comentários termina em 1º de julho, enquanto a audiência pública está marcada para 6 de julho. A decisão final deverá ser anunciada até 15 de julho de 2026. Noticias ao Minuto


O ator Wagner Moura entrou com uma queixa-crime contra o pastor Silas Malafaia por injúria e difamação após declarações feitas nas redes sociais. A ação pede a responsabilização criminal do religioso, com possibilidade de pena que pode chegar a mais de quatro anos de detenção.
Segundo a defesa do artista, as falas tiveram caráter ofensivo e atingiram diretamente sua honra e reputação. O processo foi motivado por manifestações públicas em que o pastor utilizou termos considerados depreciativos ao se referir ao ator.
Os advogados sustentam que as declarações ultrapassam o limite da crítica e configuram ataques pessoais. As falas ocorreram durante a repercussão do filme O Agente Secreto, protagonizado por Moura e dirigido por Kleber Mendonça Filho.
Além da esfera criminal, o ator também ingressou com uma ação cível por danos morais, solicitando indenização de R$ 100 mil. O processo tramita sob sigilo na Justiça do Rio de Janeiro e ainda não há decisão sobre o caso.
A defesa de Moura afirma que ele não teve participação na captação de recursos do longa, ponto que também foi alvo das críticas. Caberá agora ao Judiciário avaliar se as declarações configuram crimes contra a honra ou se estão dentro dos limites da liberdade de expressão. Metro1



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