
A crescente popularidade de motos e bicicletas elétricas tem gerado debates sobre a regulamentação e o uso seguro desses veículos nas cidades brasileiras.
Com o aumento do número de modelos circulando, surgem dúvidas sobre onde podem trafegar, a necessidade de emplacamento e o uso de equipamentos de segurança.
O Que Diz a Lei Sobre Veículos Elétricos?
A legislação brasileira enquadra os veículos elétricos em diferentes categorias, como ciclomotores (que podem ser elétricos ou a combustão), bicicletas elétricas e equipamentos de mobilidade individual autopropelidos (patinetes, skates, etc.).
Motos elétricas seguem a legislação de motocicletas tradicionais. Ciclomotores também seguem regras similares, incluindo emplacamento e habilitação. As bicicletas elétricas, por sua vez, possuem regulamentações específicas.
Bicicletas Elétricas: Onde Podem Circular?
Bicicletas elétricas com potência de até 1000 watts devem circular exclusivamente em ciclovias ou ciclofaixas. Ultrapassar essa potência caracteriza o veículo como ciclomotor, exigindo habilitação específica.
Essa restrição visa garantir a segurança, já que muitos usuários desconhecem as normas e acabam utilizando as bicicletas elétricas em vias públicas, o que é proibido. A falta de ciclovias em todas as áreas urbanas agrava o problema, incentivando o uso irregular.
A Necessidade de Educação e Fiscalização
É crucial que o poder público invista em campanhas educativas para orientar os usuários sobre as regras de circulação e segurança.
A fiscalização também é fundamental para coibir o uso inadequado de bicicletas elétricas e outros veículos elétricos, evitando acidentes e garantindo a fluidez do trânsito.
A regulamentação municipal pode, inclusive, prever o registro e licenciamento de bicicletas elétricas, embora essa possibilidade ainda aguarde regulamentação a nível nacional.
Em resumo, a chave para integrar esses veículos de forma segura e eficiente ao cotidiano das cidades reside na informação, no respeito às normas e na infraestrutura adequada. g1


Segundo a Polícia Civil, a mulher, identificada como Rauna Angeli Souza, de 29 anos, teria usado redes sociais e estabelecimentos comerciais em Eunápolis, Itabela, Santa Cruz Cabrália e Porto Seguro para oferecer os produtos. As propostas prometiam preços e condições de pagamento atrativas, além de instalação em curto prazo.
Influenciadora que aplicava golpe de piscinas iniciava o serviço, mas não continuava
De acordo com as investigações, os clientes realizavam os pagamentos por PIX, transferência bancária ou cartão de crédito. Em alguns casos, a suspeita chegava a iniciar o serviço, com a escavação dos terrenos onde as piscinas seriam instaladas.

Rauna Angeli Souza aplicava golpes na venda e instalação de piscinas de fibra.| Foto: Redes Sociais
Depois disso, porém, a entrega não acontecia. Conforme os relatos reunidos pela Polícia Civil, os clientes recebiam justificativas para os atrasos, como supostos problemas de saúde e dificuldades com fornecedores.
Com o passar do tempo, os contatos deixavam de ser respondidos e os estabelecimentos utilizados nas negociações também teriam encerrado as atividades.
Várias vítimas procuraram a polícia
A investigação começou depois que diferentes pessoas procuraram a Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Eunápolis (DRFR) para relatar prejuízos semelhantes. A partir dos depoimentos e do cruzamento de informações, os policiais identificaram características em comum entre os casos.
Uma das pessoas que afirma ter sido vítima é uma empresária de Arraial d’Ajuda, que preferiu não se identificar. Segundo o relato, ela contratou o serviço, mas enfrentou dificuldades para receber a piscina e precisou procurar uma alternativa para tentar evitar um prejuízo ainda maior.
Rauna Angeli foi localizada no Povoado de Sulzinho, na zona rural de Vereda. A prisão preventiva foi cumprida por equipes da Polícia Civil, com apoio do Grupo de Capturas da unidade e do PETO da 44ª CIPM. A mulher foi indiciada por estelionato e permanece presa à disposição da Justiça. AratuOn


Um acidente entre um ônibus e uma carreta deixou 22 mortos e cinco feridos na BR-373, em Ipiranga, nos Campos Gerais do Paraná.
O incidente foi registrado na madrugada desta quarta-feira (19). Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a maior parte das vítimas ocupava o micro-ônibus da Secretaria de Saúde da Prefeitura de Imbituva.
O motorista que era natural de Erechim, no Rio Grande do Sul, também morreu. De acordo com o G1, a carreta seguia no sentido de Carambeí para Prudentópolis, por enquanto o ônibus tinha como destino hospitais na Grande Curitiba. Os feridos foram encaminhados para hospitais de Ponta Grossa, nos Campos Gerais. g1



















