
O Santuário Arquidiocesano Nossa Senhora da Conceição Aparecida, no Imbuí, em Salvador, realiza nesta segunda-feira, 12 de outubro, a programação especial em homenagem à Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil.
O dia oficial da celebração contará com missas ao longo do dia, momentos de oração e a tradicional procissão com a participação dos devotos.
As atividades começaram ainda de madrugada, às 5h, com a alvorada. Em seguida, às 5h30, foi realizado o Ofício da Imaculada Conceição.
A programação religiosa continua às 6h30, com a Santa Missa da Rede, celebrada pelo padre Jaime Rojas. Às 9h30, o padre Gabriel Mota presidirá a Missa de saudação aos devotos.
Ao meio-dia, será celebrada a Missa dedicada às crianças, presidida pelo bispo auxiliar da Arquidiocese de São Salvador da Bahia, Dom Gilvan Pereira Rodrigues.
No período da tarde, às 15h, o padre Lucas Almeida celebrará a Missa com saudação aos peregrinos. Logo depois, às 16h, os fiéis participarão da tradicional procissão em homenagem à Padroeira do Brasil.
O encerramento dos festejos está previsto para as 18h, com a Santa Missa presidida pelo arcebispo de São Salvador da Bahia e Primaz do Brasil, cardeal Dom Sergio da Rocha.
Confira a programação da Festa de Nossa Senhora Aparecida
5h: Alvorada;
5h30: Ofício da Imaculada Conceição;
6h30: Santa Missa da Rede, com o padre Jaime Rojas;
9h30: Missa de saudação aos devotos, com o padre Gabriel Mota;
12h: Missa dedicada às crianças, com Dom Gilvan Pereira Rodrigues;
15h: Missa com saudação aos peregrinos, com o padre Lucas Almeida;
16h: Procissão de Nossa Senhora Aparecida;
18h: Missa de encerramento, presidida pelo cardeal Dom Sergio da Rocha.
Fonte: AratuOn



O papa Leão 14 anunciou, neste domingo (11), um nódulo em seu pulmão e uma cirurgia que ocorrerá durante a semana. Um nódulo é, basicamente, uma pequena massa anormal --menor ou igual a 3 cm-- encontrada no corpo. Ou seja, não se trata, necessariamente, de um câncer.
No caso do papa, há pouquíssimas informações, além de que o nódulo foi encontrado no pulmão. De toda forma, nódulos pulmonares são extremamente comuns. Segundo a Cleveland Clinic, eles costumam ser achados em, aproximadamente, 1 em 500 radiografias e em 80% a 90% das tomografias feitas.
É bastante comum também que eles sejam encontrados de modo acidental durante radiografias e tomografias, de acordo com o Manual MSD. Esse, inclusive, pode ter sido o caso do papa.
"Recentemente, durante alguns exames, os médicos encontraram um nódulo circunscrito no pulmão, identificado em uma fase muito inicial e bem localizado. Os médicos consideram oportuno intervir e, seguindo os conselhos deles, decidi me submeter a uma operação para removê-lo", disse o papa, neste domingo, ao final do Angelus, oração dominical que o pontífice faz, da janela do Palácio Apostólico, aos fiéis presentes na praça São Pedro.
A maioria dos nódulos pulmonares não é cancerígena, aponta a American Cancer Society. Eles costumam estar relacionados a infecções, cicatrização ou outras condições benignas.
Apesar de o pontífice ter afirmado que será submetido a uma cirurgia, nem sempre essa é a indicação para a presença de nódulos.
Segundo o Manual MSD, se a chance de ser um câncer for muito baixa, se o nódulo for muito pequeno (com tamanho menor do que 1 cm) ou se não se tratar de um paciente apto para cirurgias, pode haver somente um acompanhamento, a partir de exames, da massa anormal.
Se há, porém, maior probabilidade de câncer, a retirada do nódulo pode acontecer.
Informações da assessoria de imprensa da Santa Sé apontam que o tempo previsto para a internação pós-operatória é de uma semana. A operação será no hospital Agostino Gemelli, em Roma, onde há um apartamento no décimo andar preparado para receber os papas.
Outras agendas do papa, até o momento, não foram afetadas pelo procedimento cirúrgico. De 6 a 17 de novembro, o pontífice tem viagem agendada para Uruguai, Argentina e Peru, e ela aparece confirmada em sua agenda.
O próprio Leão 14 mencionou o compromisso na mensagem do Angelus, ao cumprimentar um grupo de religiosos peruanos. "Obrigada pelas orações, pela visita pastoral que vou cumprir no Peru", disse. BN


A Meta, empresa responsável por Facebook, Instagram e WhatsApp, atribuiu a problemas técnicos a redução do alcance de publicações relacionadas à campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A empresa também negou favorecer conteúdos do senador Flávio Bolsonaro (PL) nas redes sociais. Em nota, a plataforma afirmou que as acusações da campanha petista são falsas e declarou que os problemas mencionados não atingiram exclusivamente o Brasil ou contas específicas. A empresa também disse cumprir as regras eleitorais e defender condições iguais para os candidatos.
Campanha de Lula aciona órgãos eleitorais
A campanha do PT acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD). O grupo alegou suspeitas de interferência no processo eleitoral em benefício da candidatura de Flávio Bolsonaro.
Segundo o comunicado petista, a Meta não apresentou evidências suficientes para demonstrar que a falha técnica também afetou outros anunciantes, mercados ou candidatos no Brasil.
A campanha também contestou dados de engajamento levantados pela Secretaria Nacional de Comunicação do PT. De acordo com o levantamento, a página de Flávio Bolsonaro registrava, em média, 2,96 vezes mais engajamento que a de Lula, apesar de ter 17,2% menos seguidores.
Esses números foram apresentados pela campanha do presidente e, por si só, não comprovam favorecimento ou interferência deliberada da plataforma.
TSE dá prazo para explicações
O Tribunal Superior Eleitoral concedeu à Meta prazo de 48 horas para esclarecer as acusações sobre restrições no alcance das publicações da campanha de Lula.
A empresa sustenta que os problemas técnicos não atingiram exclusivamente contas brasileiras e nega tratamento desigual entre candidatos. O esclarecimento solicitado pelo tribunal deverá ajudar a apurar os fatos apresentados pelas partes.
Histórico da Meta e debates sobre regulação
A atuação da Meta na moderação de conteúdos e na gestão de dados de usuários está no centro de debates internacionais sobre transparência, privacidade e influência das plataformas digitais.
Em janeiro de 2025, após Donald Trump assumir novamente a Presidência dos Estados Unidos, Mark Zuckerberg anunciou mudanças nas políticas da empresa e defendeu maior resistência a iniciativas de regulação das redes sociais.
Outro caso de grande repercussão envolveu a Cambridge Analytica, empresa que obteve dados de dezenas de milhões de usuários do Facebook e os utilizou em atividades relacionadas à publicidade política.
O episódio ganhou destaque durante a eleição presidencial norte-americana de 2016 e a campanha do Brexit, no Reino Unido.
Em 2018, o Facebook reconheceu falhas relacionadas ao acesso indevido a dados de usuários no caso. No ano seguinte, a Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos anunciou uma multa de US$ 5 bilhões contra a empresa por violações relacionadas à privacidade.
O caso atual envolve alegações específicas sobre o alcance de publicações eleitorais no Brasil. Por isso, a apuração das autoridades e os esclarecimentos da Meta serão importantes para determinar se houve falha técnica, tratamento desigual ou outra irregularidade. Voz da Bahia


















