
A Segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) decidiu, nesta quinta-feira (22), pela absolvição de Nilton dos Santos, conhecido popularmente como “Nilton Karatê”, em um processo relacionado a uma acusação de abuso sexual contra uma adolescente. O caso ganhou repercussão na região em 2025.
A decisão ocorreu durante o julgamento de um recurso apresentado pela defesa, conduzida pelo advogado Joilton Cardozo Alves, que realizou sustentação oral perante os desembargadores responsáveis pela análise do processo.
Durante a sessão, o advogado apresentou argumentos jurídicos e elementos probatórios para contestar a acusação e defender a absolvição de seu cliente.
Após a apreciação do recurso, os magistrados decidiram absolvê-lo. Com o julgamento realizado nesta quinta-feira, Nilton dos Santos obteve decisão favorável na Segunda Câmara Criminal do TJBA, que acolheu o pedido de absolvição apresentado por sua defesa.
A defesa de Leila dos Santos Souza, que também era acusada do suposto crime, informou ao GIRO, que ela também foi absolvida no processo. Assim, ambos foram absolvidos da acusação.
Assista Vídeo:
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Giro em Ipiaú



Uma menina de aproximadamente 10 anos foi resgatada por um policial militar após ficar presa em fios de alta tensão na manhã desta sexta-feira (23), em Delmiro Gouveia, no estado de Alagoas.
De acordo com informações divulgadas pelo jornalista Ítalo Timóteo, a criança caiu da janela do segundo andar de um imóvel e acabou ficando presa na fiação.
O policial responsável pelo resgate atua no Grupamento da Polícia Militar de Pariconha, vinculado ao 9º Batalhão, conforme informações repassadas pela unidade.
Em um vídeo gravado no local, o militar aparece na janela da residência e puxa a menina para o interior do imóvel.
Até o momento, não foram divulgadas informações detalhadas sobre o estado de saúde da criança. Segundo as informações iniciais, o 9º Batalhão deve apresentar mais detalhes sobre a ocorrência ao longo do dia. g1


A Polícia Federal (PF) abriu uma investigação para apurar a situação de uma ilha no Rio de Janeiro que é alvo de uma disputa envolvendo o atacante Richarlison e o advogado Willer Tomaz, apontado como amigo do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Segundo fontes da corporação ouvidas pelo jornal Correio, a apuração será conduzida no âmbito de um inquérito já em andamento, que investiga uma suspeita de lavagem de dinheiro atribuída ao advogado.
Richarlison afirma ter pago R$ 10 milhões pela posse da ilha e alega que o local foi tomado por Willer Tomaz e Flávio Bolsonaro. O caso chegou à Polícia Federal após um pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e está sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Lula pede investigação sobre a transferência da posse
Em um vídeo publicado nas redes sociais, Lula questionou a rapidez com que o jogador teria perdido a posse do imóvel e pediu que a Polícia Federal investigasse o caso.
“Estou pedindo para a Polícia Federal investigar para saber onde que foi feito o trambique”, declarou o presidente, ao mencionar a atuação de Willer Tomaz e a possível participação de Flávio Bolsonaro no episódio.
Na manifestação, Lula também afirmou que o advogado teria recorrido à Secretaria do Patrimônio da União (SPU), responsável pela regularização dos direitos sobre a área, após visitar o local com o senador e realizar imagens com um drone.
A Polícia Federal deverá avaliar o papel da SPU na situação, conforme as informações divulgadas.
Advogado contesta versão do jogador
Em manifestação nas redes sociais, Willer Tomaz afirmou que detém a posse do imóvel e que possui documentos para comprovar seus direitos sobre a área.
O advogado também declarou que Richarlison perdeu uma ação judicial por não ter direitos sobre o local, contestando a versão apresentada pelo jogador.
A investigação deverá apurar as circunstâncias envolvendo a ilha e a regularização dos direitos sobre a área. Até o momento, as alegações apresentadas pelas partes são distintas, e a apuração não representa, por si só, uma conclusão sobre eventuais irregularidades. g1
















