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Foto: Marcela Correia/Ascom PCBA
Foto: Marcela Correia/Ascom PCBA

Desarticular um esquema criminoso voltado à subtração de veículos pertencentes a empresas locadoras é o principal objetivo da Operação Chave Mestra, deflagrada nesta quinta-feira (5) por equipes do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), da Polícia Civil da Bahia.


A investigação desmontou uma estrutura organizada e articulada voltada à prática reiterada desse tipo de crime.


O grupo atuava mediante fraude consistente na reprodução ilegal de chaves veiculares e na instalação clandestina de dispositivos de rastreamento, o que possibilitava a posterior subtração dos automóveis após a devolução regular às locadoras e a nova locação a terceiros de boa-fé.


As apurações também identificaram que, além da subtração dos veículos, a organização promovia a adulteração de sinais identificadores, como chassi, motor e vidros, bem como a falsificação de documentos para viabilizar a revenda ilícita.


Em seguida, os automóveis eram encaminhados para outras cidades, principalmente para o interior do estado, onde passavam a circular com placas adulteradas ou eram inseridos no mercado clandestino, gerando significativo prejuízo às empresas e fomentando a cadeia criminosa.


Cerca de 150 policiais participam da operação, por meio de equipes do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), do Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC), do Departamento de Polícia Metropolitana (DEPOM), da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (CORE), da Força Correcional Especial Integrada da Secretaria da Segurança Pública (FORCE-SSP), do Departamento de Polícia Técnica (DPT) e da Corregedoria da PM (CORREG/PM). Acorda Cidade


 
 
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Um Projeto de Lei (PL) que garante passe livre no transporte interestadual para pessoas em tratamento contra o câncer, quando o atendimento não estiver disponível no estado onde moram, foi aprovado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. O PL inclui transporte coletivo como ônibus, trens e barcos.


A proposta — da senadora Dr.ᵃ Eudócia (PL-AL) — estabelece que o benefício vale também para um acompanhante e prevê desconto mínimo de 80% em passagens aéreas.


Segundo ela, a medida busca facilitar o acesso ao tratamento e reduzir desigualdades no atendimento oncológico no país.


Segundo ela, estudos demonstram que a maioria dos pacientes oncológicos no Brasil precisa viajar cerca de 200 quilômetros até os centros especializados. Para a senadora, facilitar o deslocamento para o tratamento pode até reduzir gastos do Sistema Único de Saúde.


"Vai minimizar os custos do governo ao invés de aumentar, porque elas terão a possibilidade de terem até a cura do câncer se forem tratadas numa fase inicial da doença e não evoluírem para metástases, para cuidados paliativos que são muito mais onerosos, que vai precisar de UTI e, enfim, de uma equipe multidisciplinar para cuidar desses pacientes", defendeu.


A senadora Damares Alves (Republicanos - DF), que é relatora da proposta, destacou que o projeto ajuda a reduzir desigualdades no acesso à saúde, já que muitas regiões do país não têm centros especializados em oncologia. Metro1


 
 

Apesar de a vacina ser disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o Brasil ainda enfrenta casos de meningite ao redor do país, afetando principalmente jovens de até 19 anos.


De acordo com dados do Ministério da Saúde, a Bahia figura entre os principais estados do Nordeste no número de ocorrências desde 2020, com 1430 casos da doença, sendo o segundo território com o maior número de contaminações na região. 

 

Os casos foram notificados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) e organizados pela Agência Tatu, portal especializado em dados. 

 

No Nordeste, à frente da Bahia, aparece apenas o estado de Pernambuco, no qual foram reportadas 2159 ocorrências de meningite. No cenário nacional, São Paulo lidera com mais de 16 mil casos, enquanto o Brasil, no somatório das 27 unidades da federação, chegou aos 44.605.

 

Conforme os números, 833 pacientes com meningite reportados na Bahia são de jovens de até 19 anos, representando 58,25% dos casos desde 2020. No Brasil, o percentual é um pouco maior, com os jovens chegando a 63% das infecções por meningite.

 


A VACINAA meningite bacteriana, uma das formas mais graves da doença que acomete as membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, pode evoluir de forma rápida e grave, e a principal forma de prevenção é a vacinação oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em postos de saúde e Unidades Básicas de Saúde em todo o país.

 

Quando você chega a uma UBS com o cartão do SUS (ou CPF) e a caderneta de vacinação, os profissionais de saúde verificam seu histórico vacinal para saber quais doses já foram aplicadas e quais ainda faltam.


O esquema de vacinação infantil foi atualizado recentemente: além das duas doses iniciais da vacina meningocócica C aplicadas aos 3 e 5 meses de idade, o reforço aos 12 meses passou a ser feito com a vacina meningocócica ACWY, que amplia a proteção contra quatro sorogrupos da bactéria (A, C, W e Y), e não apenas contra o sorogrupo C como anteriormente.

 

No SUS, essa vacina com proteção ampliada já era ofertada a adolescentes de 11 a 14 anos, de acordo com o histórico vacinal, e continua disponível nessa faixa etária sob a forma de dose única ou reforço.


Se uma criança perdeu alguma dose do esquema recomendado, inclusive o reforço aos 12 meses, ainda é possível atualizar a caderneta até os 4 anos, 11 meses e 29 dias de idade com a vacina adequada, conforme orientações técnicas do calendário.

 

Não há custo: toda a vacinação preconizada contra meningite no calendário básico é gratuita pelo SUS. Confira o resumo das doses ofertadas por faixa etária:

  • 3 meses: 1ª dose da vacina meningocócica C.

  • 5 meses: 2ª dose da vacina meningocócica C.

  • 12 meses: reforço com a vacina meningocócica ACWY, ampliando a proteção.

  • 11 a 14 anos: dose única ou reforço com meningocócica ACWY, conforme histórico vacinal.

 

Segundo o Ministério da Saúde, seguir esse cronograma garante que o sistema imunológico esteja preparado para reconhecer e combater as formas mais comuns e graves da meningite bacteriana. BN


 
 
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