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Foto:Redes Sociais
Foto:Redes Sociais

Após uma maratona jurídica que se estendeu até a madrugada desta quarta-feira (25), o Tribunal do Júri do Fórum Ruy Barbosa, em Itabuna, proferiu a sentença de um dos casos de maior repercussão na segurança pública da Bahia.


O policial militar Cleomário, lotado no 15º Batalhão, foi condenado a 14 anos e 3 meses de reclusão pelo assassinato do delegado José Carlos Mastique de Castro Filho, ocorrido em 2019. 


A sessão, marcada por intensos debates técnicos entre acusação e defesa, foi encerrada por volta das 00h30, quando o conselho de sentença, formado por cidadãos da comunidade, reconheceu a materialidade e a autoria do crime, levando à aplicação da pena em regime fechado.


O trágico episódio que vitimou o delegado aconteceu há cerca de sete anos próximo a um posto de combustíveis na área central de Itabuna, gerando forte comoção entre as forças de segurança do estado devido ao envolvimento de integrantes de instituições coirmãs.


Na ocasião, um conflito entre o policial militar e o delegado resultou no disparo fatal, desencadeando um processo judicial complexo e de longa tramitação. Com a leitura da sentença nesta madrugada, o réu deixou o salão do júri já na condição de custodiado, iniciando imediatamente o cumprimento da pena imposta pela Justiça.


De acordo com as informações colhidas no fórum, Cleomário será encaminhado inicialmente para a sede do 15º Batalhão da Polícia Militar, em Itabuna. Posteriormente, existe a previsão de que ele seja transferido para o Batalhão de Choque, em Salvador, unidade destinada à custódia de policiais militares.


Embora a defesa ainda possa recorrer da decisão em instâncias superiores buscando a redução da pena ou a anulação do julgamento, o veredito do júri popular encerra um capítulo de grande expectativa para as famílias das vítimas e para toda a sociedade regional.

Por: Jefferson Teixeira 


 
 
Foto: Ed Santos/ Acorda Cidade
Foto: Ed Santos/ Acorda Cidade

Um homem foi morto após ser agredido por populares na noite de terça-feira (24), por volta das 20h, na Rua dos Expedicionários, no bairro Muchila, em Feira de Santana.


Segundo informações, a vítima era suspeita de envolvimento em um suposto abuso sexual contra uma criança de 2 anos e 11 meses, ocorrido no último sábado (21), no bairro Pedra do Descanso.


De acordo com familiares, a criança relatou ter sido tocada por um homem conhecido da família. O suspeito, que ainda não foi oficialmente identificado, aparece em um vídeo dentro da residência junto com a criança.


Após a denúncia, policiais militares da 67ª CIPM realizaram buscas na região, mas não localizaram o homem naquele momento.


A criança foi encaminhada inicialmente para uma policlínica no Conjunto Feira X e, posteriormente, transferida para o Hospital Estadual da Criança, onde recebeu atendimento médico especializado.


Na noite de terça-feira, o homem foi localizado por populares dentro de um imóvel no bairro Muchila e acabou sendo arrastado para a via pública, onde foi agredido e morto.


Quando a Polícia Militar chegou ao local, encontrou a vítima caída ao solo, com pedaços de madeira ao lado do corpo. Para a agressão, também utilizaram enxada e faca. Uma equipe do SAMU foi acionada e o médico constatou o óbito no local.


O caso será investigado pela Polícia Civil, que deve apurar tanto a denúncia de abuso sexual quanto as circunstâncias do homicídio. Até o momento, não há informações sobre a identificação dos envolvidos nas agressões.

Com informações do repórter Ed Santos, do Acorda Cidade


 
 
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

O tiroteio registrado na sala da major Caroline Ferreira Souza, no Departamento de Apoio Logístico da Polícia Militar da Bahia (DAL-PM), na Vila Militar do Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador, ocorreu após a soldado Beatriz Ferreira Soares da Silva Andrade ser informada da abertura de um inquérito contra ela, segundo fonte policial.

 

De acordo com o relato, a soldado foi comunicada sobre a investigação, que apura uma discussão envolvendo outra policial durante o período do Carnaval. Após tomar conhecimento do procedimento, ela se dirigiu até a sala da major, onde era lotada, para questionar a situação. As informações são do Correio.

 

“O que houve foi um gatilho, porque a soldado Ana Beatriz recebeu a comunicação da abertura de um inquérito que investigaria uma discussão que ela teve com outra policial no período do Carnaval. Ao ser comunicada sobre isso, ela foi até a sala da major, na unidade em que era lotada, questionar a situação”, afirmou a fonte, sob condição de anonimato.

 

Ainda segundo as informações, dentro da sala a soldado teria efetuado ao menos um disparo, que atingiu a major. Em seguida, ela foi neutralizada por tiros disparados por um tenente-coronel que estava no local e tentou contê-la ao perceber a movimentação.

 

Informações iniciais apontam que a soldado foi atingida por ao menos três disparos, enquanto a major Caroline Ferreira Souza foi baleada no rosto.


 
 
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